Cerveja jamaicana! Garrafa gordinha! Estes elementos me chamaram a atenção na Red Stripe, aonde brindei no meu aniversário com minha família num gostoso pub em POA, o Pinacoteca, na Cidade Baixa.

A primeira Red Stripe feita fora uma ale considerada muito pesada para os gostos locais, isso em 1928. A premium que conhecemos hoje foi feita pela primeira fez em 1938, pelo filho do criador da marca, Paul H. Cotter e por Bill Martindale. A tentativa de exportação para os Estados Unidos, por meados dos anos 80, fora falha, devido ao grande sucesso da Heineken. Mas no começo dos anos 90, com a ascendência do reggae no país, a cerveja virou um sucesso. Em 1993 a cerveja foi comprada pela Diageo, dona de Guinness, Johnnie Walker, Sminorff e outras.
A cerveja é refrescante, mas peca pelo amargor desagradável, que sobrepõe o malte, que até é gostoso, mas ofuscado. É ácida. O teor alcoólico é de 4,7%.
Boa para refrescar, porém, com o preço, se compra cervejas refrescantes muito mais baratas. Vale pela garrafa. Nunca vi nenhuma tão bonita!
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